Na madrugada deste sábado, 15, a Record exibiu mais um ‘Fala Que Eu Te Escuto’, que é um programa destinado à Igreja Universal.
Nele, exibiram depoimentos de vários frequentadores da Igreja Universal de diversas cidades brasileiras. E nesses depoimentos as pessoas falavam que não assistem mais a Rede Globo, devido a denúncia que a emissora fez contra o bispo Edir Macedo, que essas pessoas acreditam que é falsa.
Quem será que vai ganhar essa guerra, Globo ou Record?
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Gilberto Braga, autor de Paraíso Tropical em 2007, da Globo, criticou o trabalho de Alessandra Negrini no papel das gêmeas Taís e Paula. Ele participou da série Depoimentos para a posteridade, do Museu da Imagem do Som, ontem, no Rio.
“Paraíso teria Cláudia Abreu no papel das gêmeas. Queria ver a Laura, de Celebridade, irmã da Vitória (Cláudia em Belíssima). Mas a Cacau engravidou e nós pensamos na Alessandra Negrini. Mas ela não é a Cláudia Abreu. Ela foi competente, mas foi um pouco demais, não tem a empatia da Cláudia”, disse.
“Tanto é que todos os prêmios quem ganhou foi a Camila Pitanga (a Bebel). Se Cláudia tivesse feito as gêmeas, todos os prêmios seriam dela”, criticou ele, ao lado de Fernanda Montenegro, e dos também entrevistadores Dennis Carvalho (diretor), Sílvio de Abreu (autor), João Ximenes e Sérgio Marques (roteiristas).
Vera Fischer e Bruna Lombardi não escaparam das críticas de Gilberto Braga. Em Brilhante de 1981, ele percebeu que não trabalha bem com Vera. “Não tenho química com Vera Fischer. Ela me dá a impressão de que faz uma faxina muito bem”, solta.
Quando todo mundo acreditava que Daniela Cicarelli havia feito a coisa mais surpreendente de todos os tempos, logo após terminar com Ronaldo Fenômeno. Aquele caso que foi carinhosamente denominado de Cicarelli.
Agora, é a vez de Ronaldo que se envolveu em confusão no motel com travestis. O jogador do Milan, da Itália, esteve na manhã desta segunda-feira na delegacia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, após uma discussão com três travestis na madrugada em um motel também na Barra.
Ao delegado titular da 16ª DP, Carlos Augusto Nogueira Pinto, responsável pelo caso, Ronaldo disse que foi à boate 021, na Barra, comemorar a vitória do Flamengo sobre o Botafogo pela final do campeonato estadual do Rio. Ao sair da boate, Ronaldo contratou um travesti, acreditando que fosse uma mulher. Os dois foram para um motel no mesmo bairro, onde o travesti chamou outros dois colegas. No motel, Ronaldo percebeu que as três prostitutas se tratavam na verdade de travestis e dispensou o serviço deles.
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