
Parece que Bruna Surfistinha tem pouca idade mas muita história pra contra.
A ex-garota de programa Raquel Pacheco, vai lançar seu quarto livro autobiográfico que será publicado no final do ano.
Depois de “O Doce Veneno do Escorpião”, que foi até adaptado para o cinema e ainda “O Que Aprendi com Bruna Surfistinha” e “Na Cama com Bruna Surfistinha”, o quarto livro de Raquel conterá mais detalhes sobre a vida dela quando era garota de programa.
Mas, para quem está animadinho, esquece. Ela mesmo avisa que o o livro não terá apelo sexual.
Fonte: Fuxico

A ex garota de programa Raquel Pacheco, mais conhecida como Bruna Surfistinha, gerou polêmica depois de postar uma simples frase no twitter:
“Acabei de chegar da sessão tortura. Acho que vou virar crente para nunca mais precisar sofrer com depilação!”
A bonita recebeu uma enxurrada de recados dos evangélicos que estavam revoltados com a frase dita.
“Não sabia que tinha tantos seguidores evangélicos e tal. Me desculpe se os ofendi.Eu estava apenas brincando! Simples assim. Fim.”
Raquel disse que twittou a frase por que tinha uma amiga evangélica que não se depilava por que a igreja proibia, finalizou pedindo desculpas.
Fonte: Twitter Bruna Surfistinha

Mais conhecida como Bruna Surfistinha, a ex-garota de programa Raquel Pacheco vai ter filme baseado em sua vida. A atriz escolhida para viver o papel de Bruna Surfistinha nas telonas é Karen Junqueira, atual contratada da Record e ex-”Malhação”, da Rede Globo.
O filme será inspirado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”, lançado em 2005. O livro conta a vida e quando Bruna Surfistinha era garota de programa. As filmagens, com direção de Marcus Baldini, têm início previsto para setembro.
Fonte e Foto: Patricia Kogut

Primeiro a Monja Coen foi até uma boate e depois Bruna Surfistinha visitou um Templo Budista. A fundadora da Comunidade Zen Budista, em São Paulo, Monja Coen confessa: “Eu nunca tinha visto sexo ao vivo”. Os budistas acreditam que a meditação é a chave para a concentração na vida. “A sexualidade foi muito liberada e perdeu o estímulo natural, perdeu a graça. E o homem precisa de artifícios para pode ter um estímulo. Mas agora eu penso será que esses seres humanos são felizes?”. Ela viu os shows eróticos e os filmes no telão. “Ao vivo, eu nunca tinha visto, apenas em filmes e já tinha ouvido falar, e eu acho que esse show é importante para a gente ver. É uma energia muito primária. No momento que os homens entram esta casa, o que existe é só sexo”, analisou Monja Coen.
Quando Bruna Surfistinha chegou ao Templo Budista, a anfitriã era a Monja Coen, que a convidou para uma aula de meditação, ficando em silêncio absoluto por dez minutos, apenas ouvindo a sua própria respiração. Após a aula, ela conheceu o resto do templo e experimentou um chá de jasmim, conhecido por ter propriedades relaxantes. “Sou muito ansiosa e agitada. Faço muitas coisas ao mesmo tempo e esse chá é ótimo para mim.”
“Gostei muito de conhecer de perto o budismo e o templo. Acho uma religião muito espiritual, evita fazer o mal, se concentra apenas em fazer bem. Mas não é uma religião cristã, e eu não deixaria de acreditar em Deus”, explicou Bruna Surfistinha que não pretende se tornar monja. Todos os monges precisam raspar os cabelos, deixar de ter relações com o sexo oposto, não usar maquiagem e nem pensar em bebidas alcóolicas ou cigarro. Bruna Surfistinha fuma muito. “Não acredito em anjo, nem em santo, mas acredito muito em Deus”, afirma a ex-garota de programa Bruna Surfistinha, ou melhor, a escritora Raquel Pacheco.
Fonte e Fotos: Itodas